Post aleatório – matérias e voleibol

Já faz um tempo desde a última vez que eu postei e diversas coisas aconteceram nesse tempo. A maior desculpa que tenho para esse atraso são as matérias que estou fazendo nesse semestre, as quais requerem uma boa dedicação semanal.

Percebi há pouco tempo que não havia ainda escrito sobre as disciplinas que estou cursando. Assim como no semestre passado, estou fazendo quatro cursos (carga horária máxima da ANU):

  1. Digital Communications (Comunicações Digitais)
  2. Computer Vision (Visão Computacional)
  3. Artificial Intelligence (Inteligência Artificial)
  4. Statistical Machine Learning (Aprendizado Estatístico de Máquinas)

Como dá para perceber, durante esse semestre, decidi me focar na área de inteligência artificial (AI e SML) e de processamento de sinais (DC e CV). Essa última área, de certa forma, é uma continuação da disciplina Processamento de Sinais que estudei semestre passado.

Há dois aspectos nessas matérias que são muito interessantes. Primeiro, todos os cursos estão relacionados em determinadas áreas, assim, estou utilizando métodos de Machine Learning para transmitir dados em Digital Communications, por exemplo. Segundo, todos esses cursos eu já tive vontade de cursar no Brasil mas não pude por diversos motivos, tais quais grade horária sobrecarregada, pré-requisitos que não havia cursado ou até inexistência da matéria a nível de graduação.

Em geral, essas matérias são compostas de 3h a 4h/aula semanais, além de laboratórios semanais ou quinzenais e trabalhos mensais. Portanto, é necessário um esforço recorrente para que a situação não saia do controle.

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Mudando de assunto completamente, as competições desportivas Interhall começaram há algumas semanas. Nesse meio tempo, muitos esportes já terminaram suas temporadas e vários outros estão começando.

Por causa de uma conspiração do universo, decidiram, nesse exato ano, mudar a temporada de vôlei para o primeiro bimestre do ano, ao invés do último bimestre como em 2012. Resultado: tive a oportunidade de jogar vôlei mais uma vez pelo Bruce Hall.

O inesperado ocorreu quando me convidaram para ser o treinador dos times masculino e feminino durante o bimestre. Apesar de ter atuado como auxiliar semestre passado, treinar um time por conta própria é uma responsabilidade a qual não estava esperando.

De qualquer forma, decidi confiar na minha genética brasileira e aceitei a proposta. Durante três semanas, preparei os times para disputar o torneio realizado durante três dias de março. Duas vezes por semana, tivemos treinos nos quais pude passar um pouco da minha experiência de jogador de voleibol no ensino médio para os moradores do Bruce Hall. Tentei, além disso, ensinar o básico de vôlei para aqueles que nunca sequer tiveram contato com o esporte.

Apesar de termos tido problemas com o time masculino, que por diversas razões estava com falta de jogadores (o que significa que precisamos jogar com pessoas que não haviam treinado), o torneio foi super divertido. Em alguns jogos, resolvi até sacar estilo “viagem ao fundo do mar”, também conhecido por aqui como Brazilian serve (saque brasileiro) ou jump serve (saque saltando).

Fingindo que sabe de alguma coisa

Fingindo que sabe de alguma coisa

O inesperado ocorreu com o time feminino. Nesse semestre, diferentemente do anterior, havia algumas garotas que jogaram voleibol no colégio (o que facilitou o meu trabalho). Além disso, as jogadoras costumavam frequentar mais os treinos. Resultado: pela primeira vez em 3 anos (segundo minhas fontes), o Bruce Hall foi classificado para a final de um esporte coletivo, desbancando vários times favoritos.

Apesar de não estar jogando, como técnico, estava suando frio em cada jogo. Tentava ao máximo utilizar os pedidos de tempo nos momentos oportunos e aconselhar as jogadoras durante as partidas. Não conseguimos levar o ouro porque 3 das nossas atletas se contundiram ao longo do campeonato. De qualquer forma, a experiência foi demais e todos ficamos muito felizes com o resultado, além de ressaltar aquele orgulho de ser do Bruce Hall!

A alegria de vencer uma semifinal

A alegria de vencer uma semifinal

Após a final, terminando o torneio em segundo lugar

Após a final, terminando o torneio em segundo lugar

Minhas atletas de prata (com alguns desfalques)

Minhas atletas de prata (com alguns desfalques), treinador assistente e mascote do Bruce me encoxando

Isso encerra o meu post aleatório. Procurarei, nas próximas semanas, escrever mais frequentemente e não deixar acumular o conteúdo para o blog.

Abraço a todos!

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